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QUAL PLACA DE CONTENÇÃO É MELHOR USAR NO PÓS-OPERATÓRIO?

QUAL PLACA DE CONTENÇÃO É MELHOR USAR NO PÓS-OPERATÓRIO?

O uso das placas de contenção abdominal no pós-cirúrgico é uma orientação da maioria dos cirurgiões para pacientes que passam por uma cirurgia abdominal, seja lipoaspiração ou abdominoplastia. Elas são colocadas debaixo na cinta cirúrgica modeladora diretamente sobre a pele.

Existem placas abdominais mais rígidas, elas são menores e são usadas apenas em regiões específicas e placas abdominais mais flexíveis, essas são maiores e dão a volta no corpo do paciente.


Ambas, teoricamente, têm a mesma indicação e objetivo:

• evitar dobras, ondulações ou marcas na pele;
• aumentar a absorção do inchaço (edema);
• prevenção/ absorção de seroma
• prevenir a formação da fibrose.

 

As placas ou talas rígidas são as mais indicadas pelos cirurgiões e o paciente acha mais prática por fazerem menos volume e os deixarem com uma melhor apresentação estética no pós-operatório. Porém, por serem menores e divididas, são colocadas em regiões de possíveis “dobras”, gerando assim diferença de compressão. Essa diferença de compressão, nas áreas sem tala, resulta numa menor absorção do inchaço (edema) e maior tendência à formação de nódulos de fibrose, porque a compressão é menor.

 

Já as placas de contenção maiores de espumas e flexíveis são muito mais eficazes para obtenção dos resultados pretendidos. Pois, em geral, são inteiriças e colocadas sobre a pele e dão cobertura a toda área operada com compressão uniforme. Essa compressão continua diminui o espaço morto e facilita a retração da pele, reduzindo as chances de acumular seroma (líquido) e maior absorção do inchaço (edema).

 

Ambas as placas de contenção devem ser usadas 24 horas por dia e o período, em geral são 30 dias. Porém, esse período pode variar de acordo com o porte da cirurgia e a evolução do processo de cicatrização.

 

Higienização: Para manter a qualidade e eficácia este produto, assim como as cintas modeladoras, devem ser lavados a mão em água fria, com sabonete neutro. Não deve ser lavado em máquinas ou esfregado. Deixar secar a sombra e em local ventilado.

 

Apesar da espuma deixar um aspecto estético não muito agradável aos olhos no pós- operatório imediato, preferimos utilizá-la de forma contínua sendo de grande valia para o resultado final.


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Autoras: Dra. Diamani Caran (CREFITO-7-6363-F) é Fisioterapeuta Ortopédica, Traumatológica e Dermato Funcional e Dra.Pâmela Bulgarelli é Fisioterapeuta Reumatológica e Dermato Funcional (CREFITO-3/109947-F), ambas diretoras da Inovar Saúde.


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